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ANTÓNIO BARROS LANÇA “NA CABEÇA DO VELHO” NA UP QUELIMANE

Lanc Livro03António Barros, hoje “homem”, outrora menino que rasgava as ruas e labirintos da cidade de Quelimane (a terra dos bons sinais, a terra da Mukapata, o pequeno brasil moçambicano, etc.) em brincadeiras e costumes congruentes à sua idade.

Afinal, foi nesta terra em que o “lançador” do “Na cabeça do velho” deu as suas primeiras vivas ao mundo e seus primeiros passos rumo ao conhecimento da panóplia de lugares que constituem a geografia da pérola do índico. Actualmente residindo na cidade das acácias, Tó, já fez parte das estatísticas para além da terra da Galinha à zambeziana, também em Chimoio e Tete.

Ora, o autor de “Na cabeça do velho” representa-se como um cidadão do mundo pois, por motivos de vária índole residiu de igual modo em Pretória – trabalho, Berlim e Costa Rica – estudos/formação profissional.

Hoje, Barros, volta a terra natal não para visitar a praia de Zalala em Zalala, a lagoa azul em Nicoadala, o rio Zambeze em Caia, a árvore protegida em Luala, a paisagem montanhosa com aroma a chá em Gurué, etc.

To, carinhosamente tratado pela família e amigos mais chegados, visitou a marginal da cidade de Quelimane e na tarde de 13 de abril do ano corrente deu uma volta ao campus Coalane da UP Quelimane e acomodou-se no respectivo auditório, junto de familiares, amigos, colegas de trabalho/profissão, Governo da Zambézia, Direcção da UPQ, funcionários, estudantes, demais convidados e apaixonados por si e pela sua arte de cronicar “arremessar” o “Na cabeça do velho”.

Na cabeça do velho, trata-se de um rico conjunto de crónicas que perpassam situações de diversos temas que lendo, ah, o “apetite” aguça-se a cada parágrafo.

O lançamento, foi um evento único, simples, mas, que contou com toda pompa e circunstância. Afinal, tratava-se do lançamento de um livro de um jornalista de renome.

Seguidas as vénias protocolares (entrada dos convidados, incluindo a mais alta patente do Governo da Zambézia, sua Excia Abdul Razak), eis que o MC, Tavares Brás inicia aquilo que seriam duas horas de alegria.

O Director da delegação, antecedido pelo grupo cultural da UPQ (que entoou o hino da UP), tomou da palavra e deu boas vindas a todos presentes. Neste acto, enalteceu a importância que o escrito terá a nível da leitura, escrita, produção e publicação científicas e, muito importante, no apetrechamento do acervo bibliográfico da instituição.

Depois de Ney apresentar um momento cultural, diga-se, que fez a sala vibrar dedilhando a sua guitarra e cantando “África”, chegou a vez de Amílcar Gil de Melo tomar da palavra para apresentar o autor. Eish!, apresentação ou um pincelar léxico que levantou suspiros e gelou a sala num autêntico silêncio pois, foram parágrafos e mais parágrafos recheados de palavras que ouvidas davam um gosto misturado com curiosidade dado que pareciam estar sendo ouvidas pela primeira vez. Vontade de acompanhar junto de uma gramática e dicionário a muitos, não faltou.

Na verdade, foi uma radiografia da vida do autor (familiar, de amizades, profissional e muito mais). Ao longo do relatório da cirurgia integral feita ao António Barros, foi possível perceber a proximidade e tamanha amizade existente entre eles. Afinal, até os óculos, eles partilham.

No corolário, Hamilton António, com sua voz de tom quase silencioso que, diga-se, até combinava com a coincidência da data (6ª 13 – dia das bruxas), parecia um relato de um filme de terror. Hamilton, leu à plateia “O último fuzilamento”. Como se pode aludir, um título sugestivo para um filme de terror e 6ª 13.

A Elsa Germano, antecedida pelo Ney, como se tivessem combinado com o Hamilton, entre estilos e ensaios vocais (estes senhores nunca deixam a veia da locução radiofónica descansando em casa), não ficou atrás. Sua voz, com um tom verdadeiramente feminino e sempre controlada, característica própria de uma estrela de rádio, trouxe aos nossos ouvidos “O morto não morreu”. Ah, novamente, a 6ª 13 e filmes de terror, vieram à recordação.

A obra, foi apresentada pelo Dr. Almiro Lobo, que na verdade encheu os presentes de curiosidade em torno do conteúdo que em seu interior encontra-se patente, trazendo as fases que acompanharam a concepção do escrito.

António Barros, tão aguardado, veio dar a cara de frente aos presentes para mais do que lerem o que por ele foi escrito, ouvirem-no dizer algo em torno do que lhes apresenta. Acredito que só dizer o seu nome seria suficiente para a alegria de todos. Contudo, entre gargalhadas e novamente, ensaios vocais, o autor através de uma interminável lista agradeceu a vários (familiares, amigos, governo, colegas, Direcção da UPQ, editora, funcionários, e muitos mais), cada um pelo seu papel e nível de envolvimento no livro bem como na realização do evento. Ademais, Barros, trouxe-nos uma autobiografia com grandes destaques da vida profissional.

No fim, Tó autografou todos os livros adquiridos, ao som de um fundo de guitarra ao vivo da autoria de Ney.

E, assim foi o lançamento/apresentação do “Na cabeça do velho” de António Barros Germano Barros Júnior na UPQ.

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